Jornalismo esportivo em ascensão

Para André Azevedo, coordenador do curso de Comunicação, essa década experimentará o auge do jornalismo esportivo no país
Com a vitória do Brasil na disputa pela sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, o jornalismo esportivo tende a ampliar o seu espaço nos meios de comunicação. Para o coordenador do curso de Comunicação Social, André Azevedo da Fonseca, a procura por bons repórteres esportivos será efetuada não apenas pelos veículos jornalísticos tradicionais, mas também por programas de variedades nas TVs aberta e por assinatura; por novos projetos de Comunicação para a Internet e telefones celulares; além das assessorias em ongs, agências de comunicação e empresas especializadas em esporte. “Nesse contexto, a formação superior em Jornalismo se faz ainda mais importante, pois com esses eventos a cobertura esportiva alcançará um novo patamar de qualidade que não admitirá amadorismo ou improvisos.”
Segundo o coordenador, para ser um destacado repórter esportivo no Brasil do século 21 serão necessárias habilidades na área da cultura, da economia e mesmo da política, além da alta competência na condução de investigações jornalísticas, na preparação de entrevistas, na redação de histórias de vida, na produção de documentários e no domínio das linguagens e tecnologias multimídia do jornalismo digital. Além disso, este é o momento de se pensar na internacionalização dos repórteres brasileiros, que têm todas as condições de ganhar o mundo e exportar fórmulas criativas no jornalismo. “A Copa e as Olimpíadas oferecerão grandes oportunidades de ascensão para os bons profissionais. É preciso se preparar desde já para aproveitar o momento e desenvolver uma carreira internacional promissora”, conclui o diretor.


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